por dentro não havia mais ninguém.
só a poeira que ficou depois de tantos movimentos.
momentos rápidos de portas fechando e abrindo, janelas batendo
e nenhum tapete onde eu pudesse esconder o pó.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário